sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Começando do meio

Sempre me encantei com os textos que começam da metade. Na sexta série, o livro de português e gramática me deu de presente este poemículo, que fui encontrar uns dez anos depois.

E chove.

Uma goteira, fora,
Como alguém que chora de mágoa
Canta, monótona e sonora
A balada do pingo d'água.

Chovia quando foste embora...

Ribeiro Couto
(não faço nem idéia de quem seja esse cara)

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